segunda-feira, 5 de março de 2012
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
O ambiente na propaganda
O ambiente tem importância fundamental na vida do ser humano. O ser humano pode modificar o ambiente em que ele vive e utilizá-lo como recurso, uma vez que o ser humano responde ao ambiente.
A propaganda vem utilizando muito bem o ambiente com a intenção de causar determinadas impressões nos seres humanos.
As propagandas de bebidas luxuosas, por exemplo, utilizam imaginário, surreal, para que seus produtos criem uma reflexão.
Um exemplo é a propaganda da Johnnie Walker:
http://www.youtube.com/watch?v=rx684dTvqFI
As propagandas de efeito social, são mais objetivas e radicais. Geralmente demonstram um exemplo extremo de algo, com a intenção de causar reação imediata. Um exemplo é a propaganda Contra o Crack do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, passada em 2009, usando prisões, locais imundos e escuros para causar má impressão sobre o uso da droga:
http://www.youtube.com/watch?v=2x1RX-rejdQ
Outro exemplo de ambiente extremo, é passado na propaganda do Desafio SEBRAE, onde existe uma situação completamente adversa e um ambiente de difícil acesso, onde o individuo precisa dar o máximo de si para conseguir alcançar seu objetivo:
http://www.youtube.com/watch?v=Hgm0ZL-FMOw
Em todas essas propagandas, embora tenham intenções diferentes, o ambiente foi usado com sabedoria, causando a intenção desejada. Quando isso não ocorre, a impressão que o produto deveria passar não é obtida pelos receptores das mensagens.Isto, certamente, não é bom.
O ambiente tem alta importância na comunicação, por isso, é importante analisar bem o ambiente em que se deseja causar uma impressão para alguém, convencer, ou criar uma determinada situação.
pessoas com um pouco de cultura e interesse pela situação do país deve estar, no mínimo, sabendo do acontecimento no Rio de Janeiro.
Acabo de assistir o jornal da manhã, na globo e algo me chamou muita atenção durante toda a resportagem sobre o tema e pricipalmente com a transmissão de matérias como: 'invasão do complexo do Alemão', 'preso o traficante que matou o jornalisa Tim Lopes' (estas foram as que mais me chamaram atenção), no sorriso no rosto dos jornalistas que estavam aprensentando a matéria. Um sorriso é um meio universal de se comunicar. Diante dessa situação, o que eles passam para nós é um ar de satisfação com as medidas adotadas no Rio de Janeiro, para combater a violência, medida esta que acarreta opiniões divergentes, mas em particular, acho bem correta. Finalmente alguem tomou alguma iniciativa para combater o tráfico, e com isso a violência.
Além do ar de satisfação dos jornalistas, percebemos também o protesto de paz, ao escrever na barriga de uma criança a palavra 'PAZ' em tinta branca. Através de várias atitutes e ações as pessoas podem mostrar a sua satisfação e a sua indignação diante da situação e assim comunicar-se sem usar diretamente a fala. Se prestarmos mais atenção as pessoas, vamos entender mais o que elas transmitem, sem necessariamente ouvir verbalmente algo sobre o seu "estado de espírito".
domingo, 28 de novembro de 2010

quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Os discursos e suas intenções ao abordar o tema MEIO AMBIENTE
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Meio ambiente como modelo de comunicação
O processo de comunicação pode ser definido (e foi) de varias maneiras, não existe um modelo perfeito, todos possuem virtudes e defeitos. Tal processo é algo muito complexo e que, por ser algo natural do homem, evolui como tal. A comunicação exercida hoje em dia, difere fortemente da comunicação praticada há 50, 20, 5 anos atrás. É possível identificar mudanças na comunicação exercida no ano passado com a de hoje! A evolução das redes sociais (explosão do twitter, facebook e outras do gênero), da tecnologia (popularização dos smartphones, integração destes com as supracitadas redes sociais, popularização da banda larga de altíssima velocidade, criação de tablets, etc.), além das mudanças de costumes da população em geral.
Esses fatores (que não são os únicos) são influenciados uns pelos outros, sendo cada um causa e efeito do outro. Juntos, modificam toda a estrutura de como nos comunicamos.
Se antes o modelo linear era suficiente para entender o processo de comunicação, lacunas surgiram e precisaram ser preenchidas. Assim surgiu o modelo transacional, mais complexo e abrangente que o linear, explica como a comunicação é uma mão de duas vias, transmissor e receptor.
Logicamente, por mais que modelos evoluam e se desenvolvam, são eles apenas “representações simplificadas da realidade” (Coelho, Ernani. Sala de Aula, EADUFBA), por isso, não podemos adota-los como absolutos, uma vez que, dificilmente acompanharão o progresso humano e da comunicação.
Até o momento, tratamos da comunicação humana e de sua evolução. É fácil ver como mudamos o modo de se comunicar com o tempo. Mas trataremos agora não da evolução da comunicação e sim, do surgimento desta. Perceber como surge a comunicação é perceber o quão natural e inerente ela é, assim como o quão fantástica é a mente humana.
Teria o meio ambiente influencia na comunicação? A resposta é sim. E muito. O meio ambiente tem influencia na cultura do povo e, com isso, na sua comunicação da mesma maneira. As relações, valores, costumes, variam em todo o planeta. Um exemplo simples disso esta na fala, pois, pessoas de países nórdicos se comunicam com sons mais fechados por possuírem cordas vocais diferentes daquelas pessoas que moram em ambientes tropicais, onde se fala de forma mais aberta. Sendo praticamente impossível um habitante daquela região emitir o som dos habitantes desta. E vice-versa.
Agora, olhando uma situação mais radical, onde o meio ambiente seja o responsável único pela origem de uma comunicação (excluindo cultura, costumes, afinidades, etc.) podemos ver como o processo comunicativo é inerente do ser humano: a fabula de Mogli, o menino lobo, retrata a historia de um garoto criado na selva por um bando de lobos, passando assim a se comunicar com eles. Existem na historia da humanidade, diversos casos semelhantes ao de Mogli, onde com influencia do meio no qual vive a criança passa a se comunicar de maneira especial, fora de qualquer padrão.
O caso recente mais famoso e incrível, aconteceu na Ucrânia. Oxana Malaya, não foi abandonada como Mogli, na verdade é um caso de negligencia. Filha de pais alcoólatras, Oxana passou parte da sua infância vivendo em um canil anexo a sua casa, ao ser expulsa de casa pelos próprios pais, aos 3 anos de idade. Oxana se refugiou em um barracão onde residiam vários cães, estes adotaram a criança, criando-a. Oxana aprendeu com os cães os seus costumes, comportamentos e o mais incrível: aprendeu a se comunicar.
Quando Oxana foi descoberta em 1991, tinha 8 anos de idade e somente sabia dizer sim e não. Seu comportamento era exatamente igual ao dos cães, sendo agressiva no momento do resgate (ou captura), rosnando, latindo, mostrando os dentes, inclusive, foram percebidos desenvolvimentos extremos na audição, olfato e visão. Ela recebeu assistência medica e psicológica e hoje, com 26 anos, tem uma idade mental equivalente a uma criança, ela ainda tem dificuldade para se relacionar com as pessoas, revelando que, ainda hoje, se sente mais feliz ao estar com os cães, isso se deve ao fato dela ter sido privada do desenvolvimento intelectual, social e cultural, obtendo apoio emocional, incluindo a moral, a noção de certo ou errado, apenas dos cães que a criaram.
Não podemos encarar a comunicação como algo exclusivamente humano. A mesma dificuldade que pessoas de um local tem para produzir sons de diferentes regiões, a Oxana, por viver em outro ambiente, teve ao tentar se readaptar à sociedade. Assim como uma criança em condições normais aprende, Oxana aprendeu com os cães. Se o modelo transacional explica como nos comunicamos, também é possível através dele, entender como o caso da ucraniana ocorreu. Existe sim, comunicação entre animais, estes constroem a sua comunicação através de gestos, sons e comportamentos diversos e Oxana conseguiu aprender, tornando-se uma transmissora e receptora desses sinais, mudando inclusive o seu modo de andar, pensar e ser.
O meio ambiente não pode ser encarado apenas como fonte de “ruído”, vai muito mais além disso. Ele é responsável pela definição da comunicação, influenciando quem transmite, como transmite, assim como a interpretação de quem recebe tais informações e como as recebe, independentemente de sexo, raça, etnia, nacionalidade ou espécie.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Sustentabilidade Ambiental
domingo, 3 de outubro de 2010
JORNALISMO AMBIENTAL
A comunicação e o jornalismo ambiental têm contribuído para aumentar a circulação de informações nessa área e, consequentemente, estimulado a realização de estudos, pesquisas , a reflexão e inclusive a mobilização da sociedade em defesa do meio ambiente. É preciso conscientizar e educar a sociedade, os governos, as empresas, através de programas de educação ecológica , veiculados através dos meios de comunicação, nos quais se aprenda o valor de como tratar e preservar o meio ambiente, e como valorizar a natureza e o planeta todo como um lar.
Através de jornais como a Folha do Meio Ambiente, que aborda questões ambientais e discute alternativas viáveis para promover o bem estar das pessoas e do planeta, levando sempre em conta o crescimento econômico aliado a proteção do meio ambiente, garantindo a sustentabilidade, através de tecnologias e materiais sustentáveis, portanto, interferindo o mínimo possível no ecossistema e gerenciando as fontes naturais para gerações futuras.
sábado, 25 de setembro de 2010
MEIO AMBIENTE COMO COMUNICAÇÃO
domingo, 12 de setembro de 2010
CAMPANHA PRAIA LIMPA!


domingo, 5 de setembro de 2010
A ORLA NA MÍDIA
domingo, 29 de agosto de 2010
MANUAL DE COMUNICAÇÃO E MEIO AMBIENTE
Como apoiar os ambientalistas brasileiros para que, além de se aprimorarem como fonte de informações para a mídia nacional e estrangeira, contribuam com o crescimento de uma sociedade consciente e preparada para enfrentar os desafios do desenvolvimento harmônico e sustentável do planeta?
Este livro reúne ferramentas fundamentais para os atores ambientais que se propõem a dinamizar a relação com a mídia a fim de formar uma consciência ecológica em todos os segmentos da sociedade e um posicionamento adequado do Brasil no cenário internacional.
Fonte: http://www.brazilmax.com/com_channel.cfm/tborigem/cc_brstuff/id/13





